Colgate-Palmolive Brasil aumenta capacidade logística com novas tecnologias
Novo ecossistema logístico integra a operação diretamente às plantas produtivas da companhia, elevando a agilidade e a escala da distribuição no Brasil.
Novo ecossistema logístico integra a operação diretamente às plantas produtivas da companhia. (Foto: Divulgação)
A Colgate-Palmolive Brasil e a Fiorde lançam o Colgate Smart Supply Hub, em São Bernardo do Campo. Com a expansão, a nova área na Rodovia Imigrantes aumenta sua capacidade de armazenamento em mais de 171%, quase triplicando sua capacidade logística e permitindo aumentar a produção de embalagens promocionais, otimizar a escala e conectar a logística entre as plantas da companhia e seu centro de customização.
“Ao transformar nossa operação em um ecossistema guiado por dados, estamos desenhando o futuro do setor. O Smart Supply Hub utiliza a tecnologia para simplificar processos e tornar a cadeia de suprimentos mais inteligente, garantindo que nossos produtos cheguem com agilidade e eficiência às mãos de todos os nossos consumidores”, afirma Adriana Leite, Presidente da Colgate-Palmolive Brasil.
O novo modelo garante fluidez entre o recebimento de insumos e a saída de produtos, eliminando etapas e reduzindo o tempo de resposta ao mercado. Com a digitalização da jornada, ainda em 2026 a unidade da Rodovia Imigrantes utilizará drones para otimizar a localização de itens, trazendo mais agilidade à gestão de estoque, e contará com a rastreabilidade da frota em tempo real. Essas frentes permitem um ganho significativo de produtividade na movimentação de materiais.
A Fiorde permanece à frente da gestão do armazém, que é 100% dedicado à Colgate-Palmolive. “Esse projeto é resultado de uma parceria construída ao longo dos anos, sustentada por confiança, proximidade e uma visão estratégica compartilhada. Quando operação, tecnologia e objetivos de negócio atuam de forma integrada, a evolução deixa de ser pontual e passa a ser estrutural. O Smart Supply Hub simboliza uma mudança de mentalidade: a transição de um modelo operacional para um sistema inteligente, integrado e preparado para o futuro do supply chain”, afirma Mauro Lourenço Dias, presidente do Fiorde Group.
A modernização consolida o conceito de operação conectada, integrando em tempo real o fluxo de mercadorias entre as plantas produtivas e a área de customização. Essa visibilidade total permite uma gestão mais ágil de prioridades e prazos, eliminando gargalos e otimizando a escala de cargas.