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Mercado Financeiro

ASA reforça expansão internacional com contratação de ex-Citi para private banking na América Latina

Instituição de Alberto Safra avança nos Estados Unidos e na região com novas lideranças e foco em clientes de alta renda.

17 de abril de 2026 por LIDE

Antonio Gonzales, ex-Citi,
Antonio Gonzales, novo head de private banking para a América Latina do ASA. (Foto: Divulgação)

O ASA, instituição financeira de Alberto Safra, anunciou a expansão de suas operações de private banking para os Estados Unidos e a América Latina, como parte de sua estratégia de crescimento internacional.

Para liderar o movimento, a companhia contratou Antonio Gonzales, ex-Citi, como head de private banking para a América Latina, além de nomear Moshe Majeski como responsável pela área nos Estados Unidos. Segundo reportagem da Bloomberg Línea, a iniciativa busca fortalecer a presença da instituição em mercados considerados estratégicos.

De acordo com o ASA, a expansão reforça o compromisso da empresa em atender clientes de alta renda na região e ampliar sua atuação global. “Acreditamos que a internacionalização é um passo natural na trajetória que estamos construindo. A entrada nos Estados Unidos e na América Latina reforça nossa visão de crescimento sustentável, diversificação de receitas e consolidação da empresa como uma plataforma global”, informou a companhia em comunicado.

Gonzales será responsável pela estruturação da plataforma do ASA na América Latina, com equipes no México, Chile, Panamá, Argentina, Colômbia e Flórida. O executivo atuava no Citi como head de private banking para a região e, anteriormente, liderou a mesma área no JPMorgan no Brasil. “Estou entusiasmado com a oportunidade de aliar a minha experiência em bancos globais de ponta ao expressivo plano de expansão internacional da companhia”, afirmou.

Nos Estados Unidos, Moshe Majeski passa a liderar as operações do ASA, com foco na expansão da oferta para clientes de alto patrimônio. O executivo acumula mais de 15 anos de experiência em posições de liderança na Meridian Capital. “Há uma forte clareza estratégica em relação aos objetivos da empresa e ao papel que o mercado americano desempenhará”, disse.