Caterpillar acompanha a retomada dos investimentos em máquinas no Brasil
Com produção local e foco em eficiência, empresa atua nos principais vetores da economia.

Carlos Alexandre Oliveira, presidente da Caterpillar Brasil. (Foto: Divulgação)
O setor de máquinas e equipamentos vive um ciclo de renovação no Brasil, impulsionado pelo avanço da construção civil, da infraestrutura logística e do agronegócio — três pilares estratégicos da economia nacional. O segmento movimenta mais de R$ 250 bilhões por ano, segundo dados da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), e reflete diretamente o ritmo de investimento público e privado em obras, rodovias, energia e produção agrícola.
A crescente demanda por máquinas inteligentes, conectadas e de menor impacto ambiental vem transformando o perfil da indústria, que aposta em eficiência energética e automação como novos diferenciais de competitividade.
Contribuiçãp e liderança
Desde sua chegada ao Brasil em 1954, a Caterpillar tem sido parte essencial dessa história. Pioneira na produção nacional de máquinas pesadas, a empresa fabricou seus primeiros O equipamentos ainda na década de 1960, entre eles, a motoniveladora 12E, utilizada na construção de Brasília e nas grandes rodovias que conectam o país, como Bandeirantes, Imigrantes e Anchieta-Anhanguera.
As máquinas da marca também estiveram presentes nas principais obras de infraestrutura energética do Brasil, incluindo as hidrelétricas de Itaipu, Tucuruí e Jirau, símbolos do avanço tecnológico e da matriz elétrica limpa brasileira.
Hoje, a Caterpillar Brasil emprega cerca de 6.500 colaboradores e fabrica centenas de modelos de equipamentos e motores voltados à construção, mineração, pavimentação, energia e transporte. Suas operações incluem ainda o centro de remanufatura CAT Reman, que recupera componentes usados com eficiência ambiental, e a Progress Rail, dedicada à produção de locomotivas.
Globalmente, a companhia mantém mais de 113 mil funcionários e lidera iniciativas voltadas à redução de emissões, uso de biocombustíveis e digitalização das operações.